Banco de hortaliças não convencionais é implantado na Universidade Federal de Viçosa
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Banco de hortaliças não convencionais é implantado na Universidade Federal de Viçosa

Banco de hortaliças não convencionais é implantado na Universidade Federal de Viçosa

A cidade de Viçosa, Zona da Mata mineira, é a primeira no estado a implantar um banco de hortaliças não convencionais dentro de uma universidade. A inauguração aconteceu este mês na Universidade Federal de Viçosa, UFV. O objetivo é estimular o cultivo e o consumo de hortaliças raras. A iniciativa é uma parceria entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento(Seapa), UFV, prefeitura, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Embrapa Hortaliças e Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 

Este é o 23º banco de hortaliças não convencionais do estado. Inicialmente estão sendo cultivadas 15 espécies. Todas doadas pelo banco de hortaliças não convencionais da Fazenda Experimental da Epamig, em Prudente de Morais, região Central. A iniciativa vai beneficiar o município e cidades vizinhas com a distribuição gratuita de sementes e mudas. Dentro de seis meses o material começará ser distribuído. “Esse banco facilita  não só a divulgação e distribuição dessas plantas, mas também o trabalho de pesquisa dessas hortaliças”, diz o coordenador de Olericultura da Emater-MG, Georgeton Silveira. 

No local, são cultivadas plantas como vinagreira, jacatupé e mangarito. O almeirão-de-árvore faz parte desse seleto grupo. A planta é usada no preparo de pratos quentes ou saladas e recebeu esse nome porque se parece com uma árvore à medida que cresce. “É uma planta que no passado foi trazida pelos portugueses, mas não seguiu uma linha comercial. Era muito consumida nas comunidades, porém, com o tempo foi substituída por outros alimentos”, explica  Georgeton  Silveira.

A implantação de bancos de hortaliças não convencionais teve início em 2008.  Ao todo cerca de 30 tipos de hortaliças são cultivados atualmente. O proposta é estimular o cultivo e o consumo de hortaliças raras. De acordo com Georgeton Silveira, o trabalho já apresenta bons resultados. “Pelos relatos que ouvimos nas comunidades atendidas, o consumo de hortaliças não convencionais aumentou”, diz. A gestão dos bancos é feita em parceria entre as instituições envolvidas no trabalho e as comunidades.

Por meio dos bancos de hortaliças não convencionais pretende-se também estimular uma alimentação mais saudável. A ideia é fazer com que as pessoas retomem o hábito de consumir essas plantas regularmente. Segundo a coordenadora técnica em Segurança Alimentar da Emater-MG, Faustina Maria de Oliveira, as hortaliças não convencionais são ricas em vitaminas, carboidratos, sais minerais e fibras. Elas também são importantes para regular as funções do corpo e na proteção contra doenças. “ Esses nutrientes estão presentes em maior ou menor quantidade dependendo da parte da planta que será utilizada. A recomendação para uma alimentação saudável é que se consuma de 4 a 5 porções por dia de hortaliças”, explica Fausitna de Oliveira.

 

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Assessoria de Comunicação da Emater-MG
Sebastião Avelar
(31) 3349-8132

 

 

 Publicado em: 23/02/2011

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