Queijo Canastra ganha mais espaço para comercialização
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Queijo Canastra ganha mais espaço para comercialização

  Queijo Canastra ganha mais espaço para comercialização

A venda de queijo Canastra do município de Medeiros, a partir desta sexta-feira (16 de maio), em loja do Mercado Central de Belo Horizonte, promete ampliar e impulsionar o mercado do produto, no Estado e no país. O autêntico Canastra é uma variedade do chamado queijo Minas Artesanal, originário dos 46 municípios que compõem a área de abrangência das regiões demarcadas como produtoras. No caso, Serra da Canastra, Serro, Araxá e Cerrado. A comercialização do queijo no local é uma iniciativa da Associação dos Produtores de Queijo Canastra de Medeiros (Aprocame) com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG).

A experiência, considerada piloto, possibilitará ao consumidor mineiro, a opção de comprar um autêntico queijo Canastra, cadastrado no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e adaptado às exigências da Lei estadual 14.185, que estabelece uma série de medidas de segurança alimentar. “Será a primeira oportunidade de venda do queijo Minas Artesanal, com qualidade garantida por cadastro. Temos muito a comemorar, pois vamos estimular a adesão de outros produtores, informa a coordenadora técnica de Agroindústria da Emater-MG, Marinalva Soares.

O presidente da Aprocame, Luciano Carvalho Machado, também não esconde a expectativa favorável. “A idéia é ampliar o mercado do queijo. A gente vai ofertar um queijo com padrão diferenciado. Esperamos que o consumidor entenda que oferecemos um produto com valor agregado, que inclui inclusive, cuidados com o meio ambiente”, diz.

De acordo o produtor, o verdadeiro queijo Canastra é macio, mesmo sendo mais maturado. Tem ainda, sabor mais acentuado. As características são confirmadas pela extensionista Marinalva: “O aspecto visível de queijo maturado importa muito. Um queijo de boa qualidade tem cor amarelada e massa homogênea, sem muita irregularidade”, ensina. Ela acrescenta outra dica para assegurar ao consumidor a compra de um Canastra autêntico: pedir que o queijo seja partido ao meio para observar o aspecto interno. “O queijo rendado (com buracos) não é confiável, pois pode estar contaminado com alto teor de coliformes fecais, além de outras bactérias nocivas”, alerta.

O queijo Minas Artesanal dos produtores de Medeiros será comercializado na Loja do Itamar, no corredor paralelo à rua Goitacazes. Os produtores de Medeiros irão fornecê-lo ao preço de R$ 15 o quilo, segundo Luciano Carvalho, da Aprocame. Ele diz não temer a concorrência de outros queijos do estabelecimento. Também garante que a Associação já está negociando o fornecimento do produto para três grandes redes de supermercados e para o Mercado Distrital do Cruzeiro. Todos estabelecimentos da Capital . Sobre a provável diferença de preços em relação aos outros queijos que continuarão à venda, o produtor acentua que “o produto tem valores agregados, que vão desde os cuidados sanitários à preservação do meio ambiente de origem”, e por isso o consumidor saberá avaliar o custo da qualidade.

Jeito de fazer Queijo Minas é bem cultural do país

O modo de fazer o queijo Minas Artesanal foi contemplado com o registro de bem imaterial do país. A decisão do conselho consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foi divulgado ontem (15 de maio), após reunião do colegiado,  no Museu de Artes de Ofícios, em  Belo Horizonte.

A medida foi comemorada pelo presidente da Aprocame, Luciano Carvalho Machado. Um dos produtores de Medeiros a vender seus produtos no Mercado Central, ele ressata o aspecto econômico da decisão do Iphan. “Acredito que vai abrir também as portas do mercado fora de Minas, pois do Amazonas ao Sul do país, o queijo mineiro é associado à identidade do Estado. Minas tem cara de queijo”.

Dados de Emater-MG apontam que o Estado tem cerca de 9 mil produtores de queijo Minas Artesanal nas regiões da Serra da Canastra, Serro, Araxá e Cerrado. A produção anual é de mais de 26 mil toneladas. Em 2002, o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) concedeu o registro do modo de fazer o queijo Minas Artesanal da região do Serro.

 

 

 

 

Assessoria de Comunicação da Emater-MG

Terezinha Leite

(31) 3349-8021

 

 Publicado em: 15/05/2008

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